Uso de estatística em política públicas

Em um país, como o Brasil, onde as ações do poder público são centralizadas, pouco transparentes e muitas vezes interpretadas como paliativas, é fundamental que se compreenda a formulação das políticas públicas, para entendermos o planejamento no setor público brasileiro.

É através do planejamento e da implementação das políticas públicas que são assegurados os direitos de todos os cidadãos.

As políticas públicas tem como principal função promover o bem-estar da sociedade, que está relacionado a ações bem desenvolvidas para garantir a qualidade de vida de toda a população indiferente de credo, cor ou opção sexual. E a sua execução se dá em áreas como saúde, educação, meio ambiente, habitação, assistência social, lazer, transporte e segurança.

E para planejar é necessário um estudo estatístico da sociedade, através da análise de um conjunto de variáveis subjetivas que possam qualificar as demandas de um grupo de indivíduos, de uma cidade, de um estado ou do país. Precisamos compreender como as coisas funcionam para projetar ajustes e a estatística consegue utilizar uma série histórica e indicar caminhos a serem observados pelo gestor público.

Podemos usar como exemplo os resultados do Atlas da Violência, que teve sua divulgação a poucos dias. Os resultados apresentados mostram o avanço do número de mortes violentas em diversos estados brasileiros e o impacto econômico da violência em todo o país.

Podemos concluir que quando falamos em Políticas Públicas, estamos falando da saúde, através do número de leitos nos hospitais, do número de consultas médicas, estamos falando também em educação, através do número de vagas nas escolas, creche e merenda escolar, estamos falando de número de professores em sala de aula e em sua qualificação, em síntese, estamos falando que o uso da estatística é subsídio para a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento de ações que propiciam melhorias para a sociedade.

Usiara Britto. Utiliza seus conhecimentos da ciência estatística para garantir que o plano amostral planejado seja executado. Relaciona-se com as equipes de coleta e garante que a execução esteja alinhada ao projeto de pesquisa.

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