As marcas da Gestão Pública como um indicador de eficiência

A opinião pública costuma avaliar um Gestor Público a partir da percepção sobre as suas ações, suas obras. Este tipo de avaliação é monitorado em pesquisas pelo indicador de “marcas da gestão”. Um Gestor/ Prefeito precisa ter duas lógicas de marcas: cuidar das obras/ ações de infraestrutura e das pessoas (áreas como saúde, educação, assistência social…).

A análise das pesquisas desenvolvidas pelo IPO – Instituto Pesquisas de Opinião demonstram que as marcas da Administração Municipal são um indicador fiel da eficiência de uma Gestão, um Governo sem marca, na percepção da opinião pública é um Governo sem ação, que não prioriza o bem comum.

O case de Passo Fundo pode ser usado como um benchmarking, visto que o Prefeito durante toda a Gestão procurou equilibrar as ações e políticas públicas em dois pilares: cuidar da cidade e cuidar das pessoas. Pilares esses que foram o norte da avaliação dos eleitores na disputa eleitoral de sua reeleição.

A mensuração periódica da gestão permite avaliar as marcas do Governo, que correlacionadas com a avaliação dos serviços públicos municipais (desempenho das Secretarias) apontam as melhorias e os problemas, e diante disso, possibilita a revisitação do planejamento e a execução das ações corretivas de cada área ou serviço.

A pesquisa Base Zero da Gestão de Luciano Azevedo de 2013-2016 identificou que havia apenas 36,5% dos munícipes que reconheciam marcas da Administração.

Ao longo da gestão, o trabalho efetivo de medição permitiu a análise de cenário e subsidiou os gestores no planejamento da divulgação das ações e no relacionamento com a sociedade, que resultou em um crescimento na percepção da população acerca das marcas do Governo, terminando a Gestão com 88% de marca.

Há uma relação direta entre a percepção da opinião pública sobre as marcas e a avaliação da gestão. Quanto maior é o reconhecimento das marcas, melhor é a avaliação da Administração Municipal, logo, maior é a constatação da eficiência do Gestor.

Na prática, os munícipes esperam que a palavra dada seja a palavra cumprida. Que o gestor identifique as demandas, diga e faça o que precisa ser feito, cobre e resolva o que precisa ser resolvido e faça as ações acontecerem. Fazendo uma gestão que seja reconhecida por cuidar das obras sem esquecer de cuidar das pessoas.

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